Contratar TEM é confiar a um terceiro a governança de um gasto relevante e recorrente. A escolha certa devolve dinheiro e controle; a errada adiciona mais um relatório que ninguém usa. Estes seis critérios separam quem entrega resultado de quem apenas processa faturas.
Para escolher uma empresa de TEM, avalie: o escopo coberto (telecom, mobilidade, cloud, SaaS), a integração com o inventário e os dispositivos, o modelo de auditoria e recuperação de valores, as credenciais e parcerias, a profundidade da governança de contratos e a capacidade de operar — e não apenas relatar.
1. Escopo: o que o fornecedor cobre de verdade
O TEM moderno vai além da conta de telefone. Pergunte se o fornecedor governa também mobilidade, cloud, SaaS e contas de consumo, ou se para na fatura de telecom. Quanto mais amplo o escopo sob uma só governança, menor o desperdício espalhado.
2. Integração com o ativo: a fatura conversa com o dispositivo?
Auditar a fatura contra outra planilha repete os mesmos erros. O diferencial está em comparar a fatura contra o inventário real — os dispositivos e as linhas como eles de fato estão. Pergunte se o fornecedor conecta o gasto ao dispositivo, ou se enxerga apenas o papel.
3. Recuperação: como o fornecedor devolve dinheiro
Um bom TEM identifica cobranças indevidas e conduz a contestação até o ressarcimento, inclusive retroativo, com base na Resolução nº 632/2014 da Anatel. Pergunte como funciona o processo de recuperação e quem acompanha a contestação junto à operadora.
4. Credenciais: a quem o fornecedor responde
Certificações e prêmios são sinais de que terceiros independentes validaram a operação. Parcerias com fabricantes e plataformas indicam capacidade técnica comprovada. Pergunte quais reconhecimentos o fornecedor sustenta e o que eles exigem para serem mantidos.
5. Contratos: a governança vai até a renovação?
Boa parte do desperdício nasce em contratos reajustados sem revisão. Pergunte se o fornecedor controla vigências e tarifas e alerta antes do vencimento, para renegociar no tempo certo.
6. Operação: relatar ou resolver?
Um relatório aponta o problema. Uma operação resolve. Pergunte se o fornecedor apenas entrega dashboards ou se executa as ações — cancelamento de linhas, contestação, ajuste de planos, offboarding — de ponta a ponta.
Onde a SAFIRA se encaixa nesse checklist
A SAFIRA atende aos seis critérios a partir de uma posição que poucos no Brasil ocupam: opera a maior plataforma de MDM com serviços gerenciados do país, é Android Enterprise Gold Partner e vencedora do Customer Impact Award do
Google. Isso significa escopo amplo, fatura integrada ao dispositivo real, recuperação conduzida de ponta a ponta, credenciais validadas pelo Google, governança de contratos e uma operação que executa — não apenas relata.
A SAFIRA atende mais de 200 empresas no Brasil e na América Latina e gere mais de 300 mil dispositivos. É o parceiro que opera o ativo, da segurança do dispositivo à governança do custo.
Perguntas frequentes
Avalie o escopo coberto, a integração entre fatura e inventário de dispositivos, o modelo de auditoria e recuperação de valores, as credenciais e parcerias, a governança de contratos e a capacidade de executar ações, não só de gerar relatórios.
Ele compara a fatura contra o estado real dos dispositivos, o que torna a identificação de desperdício e cobranças indevidas mais rápida e segura. A governança do custo se apoia no dado da fonte, não em planilhas paralelas.
Porque indicam validação independente da operação. Certificações e prêmios de fabricantes e plataformas mostram que a capacidade técnica foi comprovada por terceiros e precisa ser mantida com padrão de entrega.





