Governança de Gestão de Ativos de TI

18 de julho de 2024

O custo oculto da má gestão de ativos de TI: Como otimizar recursos, reduzir downtime e aumentar receita

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E se colocássemos uma lupa na forma como a maioria das empresas gerenciam os ativos de TI hoje, o que encontraríamos? Na grande maioria dos casos, gestão descentralizada por diferentes áreas, custos desnecessários com aquisições de ativos adicionais para determinado time enquanto há ociosidade em outras equipes, falta de dados sumarizados para tomadas de decisões estratégicas e operacionais, diferentes políticas de acordo com as visões individuais de cada gestor, sem um plano corporativo adequado.

Desde o custo inicial de aquisição até os desafios de manutenção e segurança, cada aspecto do ciclo de vida dos ativos de TI precisa ser cuidadosamente considerado e gerido.

Saiba agora como uma gestão de ativos pode potencializar a eficiência operacional e trazer benefícios financeiros para a sua organização. Confira!

O custo inicial de aquisição de ativos inclui a compra ou locação de hardware, licenciamento de software, contratação de serviços de gestão. Esse custo é simples de entender: é o custo para comprar ou alugar os ativos necessários. Muitas empresas ponderam entre comprar ou alugar, especialmente com a crescente disponibilidade de “hardware como serviço”. Independentemente da escolha, haverá custos associados.

Depois da aquisição, vem o custo de colocar o ativo em produção. Muitas vezes, esses custos são subestimados. O conceito de Custo Total de Propriedade (TCO) deve incluir essas despesas.

Por exemplo, um projeto envolvendo a implantação de impressoras térmicas em uma empresa de logística e varejo. A implementação levou cerca de três semanas, durante as quais os equipamentos não estavam operacionais, representando um custo significativo para a empresa. Utilizar boas tecnologias, processos estruturados e pessoal capacitado pode reduzir significativamente esses custos de implantação.

Uma vez que os ativos estão em operação, eles precisam de atualizações regulares, como patches de segurança e firmware. Por exemplo, empresas que precisam atualizar firmwares de balanças com impressoras em várias lojas, o que pode ser um processo operacionalmente oneroso. Automatizar ou melhorar esses processos é essencial para reduzir custos.

O custo operacional inclui manutenção contínua, suporte, monitoramento e consumo de energia. É muito importante monitorar constantemente os ativos, pois a falta de monitoramento pode resultar em custos elevados a longo prazo. A manutenção preventiva e o suporte proativo são fundamentais para minimizar interrupções e falhas.

Há ainda os custos de suporte e manutenção, que incluem a gestão de incidentes e o suporte contínuo. Esses custos podem ser substanciais, especialmente se não forem gerenciados de forma eficiente.

Os custos de licenciamento e assinaturas são evidentes, mas muitas empresas não os otimizam. Um exemplo é um cliente que adquiriu um excelente produto de antivírus, o Kaspersky, pagou um ano de licenciamento, mas não instalou o software em nenhum equipamento devido a outras prioridades. Ou, então, adquiriu licenças de Kaspersky sem compreender que o MDM SOTI, já em uso, considera licenças de antivírus. Em poucas palavras: custos desnecessários, evitáveis e mal-gerenciados.

Questões de segurança, como ataques de ransomware, podem causar prejuízos significativos se não houver atualizações regulares de patches. Além disso, a conformidade com normas, como a LGPD, está se tornando cada vez mais crucial e cara, se não for bem gerenciada.

Finalmente, o custo de desativação e descarte dos ativos também deve ser considerado. O descarte correto pode ser caro, mas é necessário para cumprir regulamentações ambientais e de segurança. Com a apoio da SAFIRA, as empresas podem transformar o que seria um custo em retorno financeiro positivo. A SAFIRA tem parcerias com empresas coletoras de equipamentos eletrônicos no final de vida, que adquirem esses itens e pagam por eles.

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